domingo, 30 de agosto de 2015

Feliz Dia de Krishna


"A mensagem da vida do Senhor Sri Krishna é a supremacia do Princípio do Amor. Esta mensagem é tudo aquilo que o mundo precisa. Krishna é a encarnação do Amor. Este amor pode ser entendido somente através do amor. Ele é forte, brilhante e inquebrantável, como um diamante. É extremamente precioso. Se você quiser assegurar tal amor Divino, seu amor por Deus deve ser igualmente forte, porque você só pode cortar um diamante com outro diamante. O amor gera amor. O ódio só pode gerar ódio. Portanto, se quer nutrir o amor, você tem que se livrar do ódio, da inveja e da raiva."

(Bhagavan Sri Sathya Sai Baba)

O Festival de Krishna (Krishna Janmashtami), festa móvel marcada pelo calendário lunar, cairá este ano no sábado 5 de setembro.

Quem foi Krishna? Segundo a tradição hindu, o Avatar Krishna nasceu em Mathura, na Índia, no ano 3227 AC. Antes do nascimento de Krishna, a Índia estava sob o jugo de diferentes demônios disfarçados em reis. Nesse tempo, uma divindade conhecida como Bhumi foi até o Senhor Brahma e contou-Lhe dos estragos e calamidades provocados pelos reis adharmicos. Foi então que a face Suprema da Personalidade de Deus, Vishnu, o Preservador, revelou sua própria descida à Terra, nascendo como Krishna, revelando-se logo aos pais, Devaki e Vasudeva, como Vishnu.

“Quando o declínio alcança o dharma estabelecido, Eu, deixando o estado nirakara (infinito), encarno como narakara (finito). A fim de reviver e proteger os bons e, mais ainda, a fim de salvar do medo aquele que é bom, Eu encarno.”(Krishna)

Acesse nossa página "Festivais" e leia mais sobre Krishna.

Govinda Hare, Gopala Hare (saudação a Govinda e Gopala, nomes de Krishna):

segunda-feira, 6 de julho de 2015

O Mantra Gayatri


"Lembrem-se: o Gayatri é um tesouro que devem guardar por toda a vida. Nunca o abandonem. Podem esquecer ou ignorar qualquer outro Mantra, mas devem recitar o Gayatri pelo menos três vezes ao dia. Ele os protegerá do mal onde quer que estejam, portanto, não o negligenciem.”

(Sathya Sai Baba)



OM! BHUR BHUVAH SWAH
TAT SAVITUR VARENYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

TRADUÇÃO: OM! Meditamos sobre o esplendor espiritual da Suprema Realidade Divina, a fonte das esferas física, astral e causal da existência! Que esse Supremo Ser Divino ilumine nosso intelecto para que possamos perceber a Suprema Verdade!

Outra tradução possível seria: Ó Mãe Divina! Contemplamos a Tua Luz que ilumina os três mundos: físico, astral e causal. Rogamos a Ti que ilumines nosso intelecto e disperses nossa ignorância, assim como a esplendorosa luz do sol dispersa toda a escuridão!

O Gayatri é uma elaboração do Mantra OM, a sílaba sagrada que encerra em si todo o mistério da Criação. É considerado a oração mais antiga de toda a humanidade, a própria essência do Vedas (as antigas escrituras sagradas da Índia, cujos ensinamentos Sai Baba afirma que pertencem a toda a humanidade e não apenas a um povo ou época em particular). Assim sendo, o Gayatri é uma prece universal que pode ser recitada por todos os povos, de qualquer cultura, sem distinção de sexo, raça, cor ou credo.

O Gayatri é associado a uma Deusa, uma Mãe Divina, a Deusa Gayatri. Na tradição hindu, o aspecto feminino ou maternal de Deus representa a energia divina atuante no plano da existência. Nesse caso: a Luz. Ao cantar o Gayatri, o aspirante espiritual manifesta seu louvor a Deus como a Luz da Vida, a Mãe Divina que tudo provê, convidando sua mente a contemplar o esplendor dessa Luz, e pedindo para que essa luz ilumine seu intelecto, a fim de que possa vislumbrar a unidade por trás de toda a aparente multiplicidade do mundo.

Sai Baba nos recomenda que entoemos o Gayatri com respeito e devoção, concentrados no significado de cada palavra, e do Mantra como um todo. A recitação deve ser lenta o suficiente para que se ouça claramente cada palavra.
O Gayatri é, assim, o Mantra por excelência, e a sua repetição constante atrair a Luz Divina para dentro de nós e à nossa volta, protegendo-nos, afastando todo o mal.

Pode-se recitá-lo por pelo menos nove vezes: três vezes pela manhã, ao nascer do sol, ao meio-dia e ao pôr-do-sol, compondo um ritual diário de purificação. Após cada recitação, Baba recomenda que entoemos OM SHANTI, SHANTI, SHANTIHI, invocando paz (Shanti) para os nossos três corpos: físico, astral e causal.

Entoar o Gayatri às refeições purifica o alimento de quaisquer vibrações negativas. Também se aconselha entoá-lo durante o banho, purificando a mente ao mesmo tempo que se limpa o corpo físico.

Ouça o Gayatri na voz de Sathya Sai Baba acessando o link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=0UNfKe32Dns

sexta-feira, 19 de junho de 2015

O Mantra OM

"O som é o primeiro atributo de Deus. Os cânticos dos Vedas constituem Deus na forma do som e são altamente potentes. Mesmo se você não puder cantar os Vedas, a simples escuta da recitação dos Vedas é capaz de purificar sua mente e elevá-la a um nível mais alto." - Bhagavan Sri Sathya Sai Baba

O Sagrado OM

OM é o mantra criador universal, a fonte de todo o som. Todos os sons conhecidos, todas as linguagens faladas derivam do OM, o verbo primordial. Sai Baba diz:

“Repita o OM, lentamente, contemplando seu vasto potencial. O A emerge da garganta; o U rola sobre a língua; e o M termina nos lábios. O OM, que é composto de A-U-M, é a soma e a substância de todas as palavras que podem emanar da língua humana. É o som fundamental e primordial, e simboliza o Absoluto (Deus). Após o M, segue-se uma ressonância inaudível que representa o Abstrato, destituído de formas ou atributos, o Nirakha Parabrahman (Supremo Deus sem Forma). A voz ascendente do Pranava ou OM deve assumir uma curva no M e descer tão lentamente quanto subiu, durante um tempo igual àquele de quando se elevou, desaparecendo, então, no silêncio que ecoa na interna consciência."

Entoar o OM confere paz, lucidez, criatividade. Deixá-lo tocando preenche o ambiente com vibrações puras.

Acesse e escute: https://www.youtube.com/watch?v=YXWUQKLTo9U


terça-feira, 5 de maio de 2015

Sai Baba e a Mente


  • A primeira prática espiritual que se deve adotar é o cultivo do silêncio interior, para acabar com o diálogo ininterrupto com a mente. Deixe a mente descansar durante algum tempo. Não projete nela detalhes irrelevantes, ou a polua com emanações de inveja e avareza. Cada idéia que acolhemos, tanto boa quanto ruim, fica impressa na mente. Um elemento de fraqueza e inconstância é, assim, introduzido na mente. Mantenha a mente calma e limpa. Não a agite, todo momento, por meio de seu diálogo incessante. 
  • Quando a mente é pura, altruísta e inabalável, o Divino Se manifesta em toda Sua pureza e em toda Sua plenitude. Por causa da contaminação da sua mente, através da obsessão por objetos externos variados, o homem de hoje é incapaz de experimentar o Divino, que está presente nele. 
  • Hoje em dia, toda disciplina espiritual está sendo feita pela mente. Enquanto a mente controlar os exercícios espirituais, a meta da auto-realização não pode ser atingida. A mente é como um ladrão que não se permitirá ser capturado. De nada serve contar com a mente para compreender a sua verdadeira natureza. Quando a visão está centrada em sua verdadeira natureza, a mente desaparece por si mesma. 
  • Aquele que subjugou a mente será o mesmo em bons e maus momentos. Tristeza e alegria são apenas alterações da mente. É somente quando a mente está associada aos sentidos e ao corpo que ela é afetada. Os impulsos e os desejos devem ser sublimados para que se possa atingir o domínio sobre a mente. O desejo excita a mente e a faz precipitar-se em direção aos sentidos. Não basta dominar apenas um sentido, todos devem ser completamente dominados. 
  • É a mente que condiciona o corpo. A mente é um instrumento pelo qual alguém pode se arruinar ou se libertar. A mente deve se tornar a serva do intelecto, e não a escrava dos sentidos. 
  • O corpo é uma carruagem. O cocheiro é o princípio do intelecto. Os sentidos são os cavalos. A mente representa as rédeas que regulam e detêm os cavalos. Quando a mente vacila e vagueia, não tendo estabilidade de propósito, os cavalos produzem confusão, colocando em perigo até mesmo o cocheiro - o intelecto. Assim, a pessoa precisa controlar a mente e não a poluir com o desejo intenso por prazeres sensuais. A mente precisa agir como parceira do intelecto. A fala serve à mente e a mente serve ao intelecto: esta é a maneira de produzir a Paz Suprema. E, lenta e continuamente, instrua o intelecto para se direcionar ao Atma. Fale guiado por uma mente que esteja afinada com um intelecto iluminado pelo Atma: isso conduzirá à meta suprema. 
  • A mente às vezes é caracterizada como uma serpente. Isso acontece porque ela não se move em linha reta. A mente encanta-se com estratagemas desonestos e manobras engenhosas. Ela evita o caminho reto da sinceridade e da veracidade. Mas a “mente-cobra” pode ser encantada em sua ingenuidade. Quando o encantador de serpente toca seu instrumento, a cobra balança dentro de seu cesto; assim também, a mente será influenciada pela música que emana da recitação do Nome de Deus!

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Feliz Buddha Purnima


Na lua cheia de Touro (neste ano cai no dia 4 de maio) comemora-se o Buddha Purnima (Festival de Wesak ou Festival de Buda). É a celebração máxima do budismo, que marca nascimento, iluminação e morte do príncipe Gautama.

É uma ocasião especial para os buscadores espirituais, não somente para os budistas. Segundo as tradições esotéricas, nessa data um imenso portal interdimensional se abre à humanidade, e Buda expande sua luz para todo o planeta.

Podemos nos sintonizar nessa energia através de mantras, preces e cânticos.

O poderoso mantra budista Om Mani Padmi Hum (da lama nasce a flor de lótus), significa que recebemos a jóia da consciência divina no centro do nosso chakra da coroa (o Lótus é o chakra). É um mantra de transcendência. Para ouvi-lo e entoá-lo, acesse o link:


Por fim, meditemos nas palavras de Sathya Sai:

Sai Baba e Buda 


  •  A ênfase do Senhor Buda era inteiramente sobre a pureza em todos os aspectos da vida cotidiana. Pureza na visão, pureza de pensamento, pureza na fala e pureza na ação. Ele considerou o espírito de sacrifício como a verdadeira oferenda sagrada (Yajna). Sacrifício é o meio para atingir o Nirvana, a liberdade da escravidão da existência mundana. Buda era totalmente contrário a qualquer pessoa ser forçada a levar uma vida mundana contra a sua vontade. A oração Budista deve ser devidamente compreendida. Quando os budistas dizem: 'Buddham gachchaami sharanam, Dharmam gachchaami sharanam, Sangham gachchaami sharanam', o verdadeiro significado da oração é: deve-se conduzir o Buddhi (intelecto) para o Dharma (Retidão). E a retidão deveria ser destinada a servir à sociedade. Quando isso for feito, a sociedade se purifica.
  • Buda experimentou a unidade de toda a criação. Houve Nele transformação total uma vez que alcançou a visão de Ekatma (unidade do Atma). Ele percebeu que todas as relações mundanas eram falsas. Ele transcendeu a consciência corporal. É por isso que ganhou o título de Buda (o iluminado). 
  • Buda alcançou a visão do Atma. Verdadeiramente falando, Buda não é apenas um indivíduo. Todos vocês são Budas. Você verá a unidade em todo lugar depois de entender essa verdade. 
  • Certa vez, alguns aspirantes se aproximaram de Buda e perguntaram se Ele tinha consciência de Deus. Buda permaneceu em silêncio. Mais tarde, Ele chamou um de Seus discípulos e lhe disse: “Filho, não há sentido em debater e argumentar sobre o desconhecido. Não se ocupe de tais questões. A Divindade não é perceptível. Ela está além da percepção humana e fora do alcance da mente ou da fala. Antes de tudo, siga a verdade e aja corretamente. Leve uma vida de não-violência. Esta é a verdadeira disciplina espiritual”. 
  • A vida sustentada pelo alimento é curta; a vida sustentada pelo Atma é eterna. Não reivindique uma vida longa, mas uma vida divina. Não se esforce para permanecer na Terra por mais anos, mas por mais virtudes no coração. Buda conhecia a Verdade e a propagava ao mundo. Tudo é tristeza. Tudo é vazio. Tudo é efêmero e poluído. Desse modo, o homem sábio deve cumprir os deveres que lhe são atribuídos com discernimento, diligência e desprendimento. Desempenhe o papel, mas mantenha sua identidade não afetada.

sábado, 28 de março de 2015

Feliz Rama Navami!

O Hinduísmo celebra hoje o Rama Navami, festival dedicado a Rama.

Rama foi um Avatar que viveu na Índia há cerca de 8 mil anos. Veio ao mundo com a missão de nos dar o exemplo da retidão. É Ele a figura central do Ramayana (uma das partes dos livros védicos). Sua contraparte feminina é venerada como Sita, que representa a energia da natureza e simboliza a união do espírito com a matéria.

Sai Baba nos lembra que a história mostrada pelo Ramayana é a mesma história da humanidade, pois a batalha entre o bem e o mal, entre a virtude e a retidão, entre o ódio e o amor, continua sendo travada dentro do nosso ser, na nossa consciência.

(Acesse nossa página "Festivais" para conhecer mais sobre a vida de Rama).

Sai Baba e Rama


  • “Rama é a personificação do Dharma (Retidão), que é a base para todo o Universo.” 
  • “Milhares de anos se passaram desde a Treta Yuga (a segunda das quatro eras, a idade em que o Senhor Rama nasceu), mas até hoje todos, de crianças a pessoas idosas, lembram-se do nome de Rama. A glória do nome de Rama não diminuiu nem um pouco com o passar do tempo. Essa verdade deve ser reconhecida por todos. Rama é o nome dado a uma forma, mas Ele não está limitado a uma forma. Rama é o Princípio Divino imutável (Atma). Portanto, onde e quando você se lembra do nome de Rama, Ele está lá com você, em você, em torno de você. Rama é a personificação da retidão (Ramo vigrahavan Dharmaha). Você também deve seguir o Dharma (retidão); não o princípio de Dharma que vem da mente, mas aquele que se origina do seu coração.” 
  • “O ensinamento mais importante de Rama era que todos deveriam seguir a Verdade. Rama praticou a Verdade durante toda a Sua vida e alcançou a unidade em pensamento, palavra e ação. Assim, até nos dias de hoje, as pessoas, jovens e velhos, cantam o nome sagrado do Senhor Rama com grande devoção.” 
  • “Hoje é um dia sagrado para recordar a Glória de Deus e Sua relação com os seres humanos. O Ramayana não é uma história que teve um fim. Você a está vivendo. O Ramayana deve ser experimentado no coração, não investigado como um fenômeno mental. Conforme você vai lendo e meditando, seu significado interior ficará claro conforme sua mente estiver limpa. Rama é o filho de Dasharatha (aquele com dez carros). Os dez carros são os sentidos, os cinco Karmendhriyaas (órgãos dos sentidos da ação) e os cinco Jnaanendhriyaas (órgãos de percepção). Sathya, Dharma, Shanthi e Prema são os quatro filhos do rei Dasharatha. Rama é Sathya; Bharata é Dharma; Lakshmana é Prema e Shatrughna é Shanthi. Tome estes grandes personagens do Ramayana como seus ideais de vida, e ela será repleta de paz e alegria.” 
  • “Em seu coração há o Atma Rama, o Rama que lhe conferirá a alegria eterna. Então, repita o Nome do Senhor. O Nome do Senhor é o Sol, o que pode fazer a flor de lótus florescer plenamente.” 
  • “O nome de Rama é uma essência que dá vida com significado esotérico. É composto de três sílabas: Ra + Aa + Ma. A combinação das três sílabas constitui o nome 'Rama'. Ra, representando Agni (Deus Fogo), queima todos os pecados; Aa, representando Surya (Deus Sol), dissipa as trevas da ignorância; e Ma, representando Chandra (Deus Lua), refresca o humor e produz tranquilidade. O nome de Rama tem o triplo poder de lavar seus pecados, remover a própria ignorância e tranquilizar a mente. Como pode este profundo significado do nome Rama ser transmitido para a humanidade? Isso pode ser feito apenas pela vinda do Divino em forma humana e por demonstrar à humanidade o poder do Divino. Rama foi aquele que enquanto parecia levar a vida de um homem comum, levou a Vida Divina. Ele demonstrou a vida ideal de uma pessoa realizada espiritualmente.”
 Meditemos com o mantra de Rama: 





sábado, 7 de março de 2015

Deus é Apenas Uma Testemunha


O Deus que castiga, o Deus que se vinga de suas criaturas, aplicando-lhes punições segundo a gravidade do crime praticado, é uma imagem que jaz no nosso subconsciente, devido a décadas de ensino mal dirigido. 

O cosmos é regido por leis. Nada nem ninguém escapa das leis. Ao conduzirmos um veículo por uma estrada reta, não podemos girar a direção, sob pena de provocarmos um acidente. Da mesma forma, ao nos afastarmos das leis cósmicas, sofremos as consequências. Isto é natural, não é uma punição. É o nosso próprio Eu interno que busca o equilíbrio. Toda a criação busca o equilíbrio o tempo todo. Mas o homem procura um bode espiatório para culpar. Diz que Deus está lhe promovendo dissabores. 

Bhagavan Sri Sathya Sai Baba desconstrói a imagem do Deus castigador, afirmando que Deus é apenas uma testemunha.

Sai Baba e a Desmistificação do Deus que Pune

  • “Deus não é responsável pelo sofrimento e pela dor que alguém experimenta. Os pecados que alguém comete são os pais da dor que se sofre. Alegria e tristeza são as consequências do bem e do mal que se comete. Deus é apenas uma testemunha. Ele não pune, nem causa dor. A alma individual (Jivi) é desprovida de começo, isto é, não tem nascimento; mas ela se envolve na atividade incessante e, por isso, deve sofrer as consequências inevitáveis dessa atividade. Essa é a lei inviolável do mundo objetivo. Tristeza ou alegria são a imagem da atividade em que se envolve; é o ressoar, o reflexo e a reação. Alguém pode ser a testemunha sem se preocupar com o bom e o mau da atividade. Quando acontece o envolvimento, o bom terá que ser vivido quando o bem for feito e o mal será experimentado quando o mal for feito.”
  • "Deus não tem atributos. Ele não pune ou prejudica ninguém. Ele está presente em seu coração na forma de amor puro e imaculado. Desenvolva mais e mais amor. Isso irá protegê-lo sempre. Não há maior proteção do que essa. Não há arma mais poderosa que o amor." 
  • "O que você vê é a reação, reflexo e ressonância de seus sentimentos. Eles são de natureza psicológica. Deus sempre nos concede apenas o bem-estar. Compreenda e experimente essa verdade." 
  • "Você desvia-se de Deus e acha que Deus está se movendo para longe de você. Deus não pode e nunca irá esquecer Seu devoto. Deus nunca está para longe de você. Ele está sempre com você, cuidando de você e esperando você voltar para Ele." 
  • "Deus não tem aversão por ninguém. Ele não inveja ninguém. Ele não tem má vontade para com ninguém. Ele nem tem favoritos. A graça que alguém recebe é o resultado de seus próprios sentimentos. O Divino está além de sentimentos e atributos (“Bhaavaatheetham Thriguna Rahitham”). Ele é o Verdadeiro, Puro e Permanente Uno (“Ekam Sathyam Vimalam Achalam”). Ele é a Testemunha Eterna em todas as mentes (“Sarvadhee Saakshibhuutham”)." 
  • "Quando os devotos se queixam hoje em dia a respeito de por que eles estão sendo punidos pelo Senhor de várias maneiras, eles não percebem que não é Deus que os pune. Seus próprios medos e fantasias são a causa de seus problemas. Somente Ele é um verdadeiro devoto que reconhece que os sofrimentos que alguém passa são as consequências de seus próprios maus pensamentos e ações."